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  • Tudo que você precisa saber sobre polivitamínicos

    Tags: polivitamínico, multivitaminico
  • 9.08.2021

O termo suplementação pode assustar a princípio: são tantas substâncias, com dosagens e marcas diferentes que fica difícil escolher. Somado a isso, são muitas as notícias que circulam sobre suplementos de procedência duvidosa, o que contribui para aumentar a sensação de insegurança.

Nosso organismo precisa de uma grande quantidade de nutrientes distintos para estar saudável. Além disso, há momentos da vida em que essa demanda pode aumentar, gerando a necessidade de suplementação.

Porém, a depender da quantidade de vitaminas e minerais que precisamos suplementar diariamente, o ato de fazer uso dessas substâncias pode se tornar um fardo. Imagine, por exemplo, tomar 5 ou mais comprimidos por dia?

Pensando nisso é que existem os polivitamínicos. Eles são compostos por vários nutrientes e foram concebidos pensando na satisfação de necessidades diárias do organismo.

Neste artigo, você saberá mais sobre os polivitamínicos e como escolher aqueles que serão úteis, considerando suas necessidades e objetivos. Confira!

 

Para começar, saiba de 3 coisas:

  • Os polivitamínicos são suplementos alimentares que possuem uma imensa variedade de vitaminas e minerais que trazem melhorias à saúde do corpo.
  • Eles não são medicamentos. Por isso, o controle que se exerce sobre sua fabricação, armazenamento e comercialização é menos rígido, o que pode favorecer o surgimento de produtos de baixa qualidade no mercado. Daí a necessidade de buscar sempre fornecedores confiáveis e reconhecidos.
  • Um bom polivitamínico ajuda a promover um corpo saudável, diminuindo a possibilidade do surgimento de doenças e mantendo você mais disposto para realizar as atividades do dia a dia. Se isso não estiver acontecendo, considere analisar, preferencialmente em conjunto com um profissional de saúde, questões como a dosagem que está tomando e a fórmula escolhida.

 

Entenda mais sobre polivitamínicos

O prefixo poli é de origem grega e significa muitos. Vitamínicos, naturalmente, vem de vitaminas, ou seja, substâncias de que o corpo necessita em quantidades pequenas, mas que são essenciais ao seu bom funcionamento.

Assim sendo, polivitamínicos são suplementos que reúnem – geralmente em apenas uma cápsula ou tablete – diversos tipos de substâncias e minerais conhecidos, os quais ajudam a suprir deficiências nutricionais, melhorando a saúde de quem os consome.

A composição dos polivitamínicos varia de acordo com as necessidades de cada pessoa, assim como com os objetivos que ela deseja atingir. Isso porque, logicamente, muitos os utilizam para complementar a alimentação, mas há situações específicas nas quais eles também podem ser indicados, como a gravidez e a lactação.

Em nosso país, os polivitamínicos não são considerados medicamentos e sim suplementos alimentares. Por essa razão, eles não estão sujeitos às mesmas regulamentações que os remédios.

 

Que vitaminas podem estar presentes em um polivitamínico?

As vitaminas são substâncias microscópicas que auxiliam na regulação do funcionamento das células e por isso se tornam fundamentais para a sobrevivência do homem. Apesar disso, muitas delas não são sintetizadas pelo organismo, gerando a necessidade de que sejam obtidas através dos alimentos, sendo absorvidas pelo corpo no processo de digestão.

É importante que você saiba que nem todos os polivitamínicos são eficazes e isso acontece porque é preciso combinar as substâncias certas. Ademais, as características do indivíduo que vai ingeri-los também são relevantes: homens e mulheres apresentam necessidades nutricionais diferentes. O mesmo acontece com um jovem e um idoso.

Tudo isso traz à tona a necessidade de avaliar com critério o suplemento, contando, se possível, com a orientação de um profissional de saúde como um médico e/ou um nutricionista. Listamos a seguir, as substâncias mais comumente encontradas nos polivitamínicos e suas respectivas funções:

 

  • Vitamina A: Ajuda a manter a visão saudável. É também um antioxidante celular que colabora para a elevação da imunidade e melhoria da qualidade da pele.

 

  • Vitamina B1: Atua no processo de metabolização dos carboidratos e na manutenção de um sistema nervoso sadio e ativo.

 

  • Vitamina B2:  Chamada de riboflavina, é responsável por transformar os nutrientes em energia, colaborando também para a qualidade da visão e para uma pele saudável. A B2 também ajuda o corpo a eliminar substâncias tóxicas.

 

  • Vitamina B3: Fornece energia, repara o DNA, elimina substâncias tóxicas e colabora para a produção hormonal.

 

  • Vitamina B5: Chamada de ácido pantotênico, a B5 ajuda a metabolizar proteínas, gorduras e carboidratos, auxiliando também na saúde da pele e dos cabelos.

 

  • Vitamina B6: Ajuda a reparar o DNA, colaborando para o crescimento e a preservação das células, além de fortalecer a imunidade.

 

  • Vitamina B7: Também conhecida como biotina, a B7 ajuda a metabolizar proteínas, gorduras e carboidratos, sendo importante para a produção da energia necessária ao organismo. Ela também fortalece as células e ajuda a controlar a quantidade de açúcar presente no sangue.

 

  • Vitamina B9: Também conhecida como ácido fólico, é importante no processo de reparação do DNA, auxiliando no crescimento e na preservação das células e colaborando para a saúde do sistema nervoso.

 

  • Vitamina B12: Também é necessária no processo de reparação do DNA. Ajuda no crescimento e na preservação das células, mantém o sistema nervoso saudável e é importante no processo de sintetização dos glóbulos vermelhos.

 

  • Vitamina C: Possui função antioxidante, além de elevar o potencial de absorção dos nutrientes no organismo, colaborando para o fortalecimento do sistema imunológico.

 

  • Vitamina D: Auxilia o organismo na absorção de cálcio, um mineral importante para a saúde dos ossos. Ela também ajuda a fortalecer os sistemas imunológico e cardiovascular.

 

  • Vitamina E: É um antioxidante natural, ou seja, ajuda a eliminar os radicais livres que trabalham para deteriorar as células. Também colabora para a saúde do sistema nervoso.

 

  • Vitamina K: Ajuda a evitar ou reduzir hemorragias. Também é relevante para a reparação e fortalecimento dos ossos, mantendo os sistemas imunológico cardiovascular saudáveis.

 

Que males a baixa quantidade de vitaminas traz ao organismo?

Como dissemos antes, as vitaminas são necessárias – ainda que em pequenas doses – para que o corpo funcione bem. Se essas necessidades não são supridas, o organismo corre o risco de entrar em desequilíbrio, o que traz prejuízos à saúde.

Fadiga, mal-estar e maior tendência a contrair doenças são alguns dos sintomas mais comuns dessa deficiência. Com relação questões mais específicas, podemos citar:

 

  • Dificuldades para enxergar à noite: é um problema comum quando o organismo apresenta falta de vitamina A. Se, com o passar do tempo, essa necessidade não for suprida, pode haver danos à imunidade do indivíduo, bem como a capacidade das células se regenerarem ser afetada.
  • Cansaço excessivo para realizar tarefas cotidianas: A deficiência das vitaminas B1, B2, B5 e B6 interfere diretamente na produção de energia, no processo de absorção dos nutrientes. Tudo isso faz com que a pessoa se sinta extremamente cansada e sem energia para realizar tarefas do dia a dia.

 

  • Anemia: pode ser causada pela deficiência de ácido fólico (B9). No caso das gestantes, a falta dessa vitamina aumenta a ocorrência de más formações fetais. Úlceras bucais e o surgimento precoce de cabelos brancos também podem surgir em decorrente do déficit de B9.

 

  • Dormência nas mãos e pés: esse é um sintoma de escassez de vitamina B12 no organismo. A falta desta substância pode causar também anemia, perda de memória e alterações de humor, sendo muito comum em veganos e vegetarianos, os quais precisam ficar mais atentos a isso.

 

  • Escorbuto: é um problema de saúde que se caracteriza por sangramentos constantes, úlceras na região da gengiva e distúrbios psiquiátricos. É mais comum naqueles que apresentam uma deficiência prolongada de vitamina C.

 

  • Fraturas frequentes: elas podem indicar deficiência de vitamina D, pois esta substância, quando em falta no organismo, geralmente leva o corpo a apresentar dificuldades na absorção do cálcio, mineral essencial para os ossos.

 

  • Pele com aspecto envelhecido: é um problema característico de déficit de vitamina E. A baixa quantidade dessa substância no organismo pode ocasionar o envelhecimento precoce.

 

  • Feridas que não cicatrizam, sangramentos constantes: podem estar conectadas a uma redução nos níveis de vitamina K, que é importante para a coagulação do sangue e a regeneração do corpo.

 

É importante ter conhecimento sobre os principais sintomas ligados à hipovitaminose – falta de uma ou várias vitaminas. Isso ajuda a diagnosticar e a corrigir eventuais desequilíbrios, antes que a saúde seja severamente afetada.

Vale sempre ressaltar que hábitos pouco saudáveis, como o consumo de drogas, a má alimentação e o sedentarismo, contribuem para o agravamento desses sintomas e consequentemente do estado de saúde da pessoa.

 

Que outras substâncias um polivitamínico pode conter?

Os polivitamínicos podem conter, além de vitaminas, outras substâncias em sua composição. As principais são os minerais, nutrientes fundamentais para a produção de hormônios e manutenção do organismo. Os mais utilizados são:

 

  • Cálcio: Apesar ser conhecido mais amplamente por auxiliar no fortalecimento dos dentes e ossos, esse mineral também é fundamental para os processos de coagulação do sangue e contração muscular. O seu déficit no organismo pode gerar não apenas a fadiga excessiva, mas também maior suscetibilidade a fraturas, por exemplo.

 

  • Ferro: É componente fundamental no processo de transporte dos gases, principalmente o oxigênio, conduzindo-o através do sangue a todo o corpo, em especial aos músculos. A sua deficiência ocasiona anemia e afeta principalmente as mulheres jovens.

 

  • Fósforo: Auxilia na boa formação dos ossos e dos dentes. Esse mineral também está diretamente ligado à síntese de energia por parte do organismo e ao metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. A sua deficiência afeta os ossos e gera fraqueza em todo o corpo.

 

  • Magnésio: Ajuda na formação de novos tecidos musculares, além de agir como um regulador dos níveis de outros minerais. A baixa quantidade dele no organismo ocasiona fadiga, fraqueza e alterações no humor.

 

  • Manganês: É fundamental para sintetizar hormônios e absorver e ativar outras substâncias antioxidantes. A sua baixa quantidade no organismo pode causar alterações diversas, desde as pequenas, como queda de cabelo, a outras mais extremas, como problemas de crescimento.

 

  • Selênio: É um mineral que inibe o envelhecimento precoce. Ele também aumenta a fertilidade dos homens, fazendo com que sejam produzidos mais espermatozoides.

 

  • Cobre: Funciona como um regulador da absorção do ferro. Por isso, sua redução pode ocasionar anemia. Ele também é um mineral importante no processo de produção de energia, diminuindo a possibilidade da ocorrência da fadiga.

 

Além das vitaminas e minerais, os polivitamínicos também podem conter outras substâncias. As mais comuns são:

 

  • Extratos de plantas, como o Ginseng, por exemplo.
  • Produtos químicos, como a coenzima Q10, que ajuda o corpo a produzir energia.
  • Ácidos graxos saudáveis e compostos como a fosfatidilserina, um fosfolipídio comprovadamente eficaz na proteção das funções mentais.

 

Quem tende a apresentar deficiência de vitaminas e minerais?

Existem alguns grupos que estão mais propensos a desenvolverem deficiências nutricionais. Trata-se de indivíduos que, por alguma razão, necessitam de mais nutrientes ou sofrem com uma redução significativa na ingestão deles, correndo o risco de apresentarem déficits na quantidade de vitaminas e minerais.

Começaremos com os grupos que requerem um olhar diferenciado em determinada fase da vida, na qual ocorre aumento da demanda nutricional. Confira-os a seguir:

 

  • Pessoas em fase de crescimento

Crianças e adolescentes geralmente precisam de mais nutrientes pela necessidade de realizarem processos de crescimento e maturação hormonais, ósseos e cerebrais. A má alimentação nesse período da vida pode ocasionar deficiências graves que podem exigir cuidados médicos por muito tempo.

 

  • Mulheres durante a gestação e o aleitamento

As fases de desenvolvimento do feto e da alimentação do recém-nascido podem sobrecarregar o organismo da mãe. Assim, a mulher precisará se alimentar bem e absorver o máximo de nutrientes para poder realizar esses dois processos adequadamente. Especialistas recomendam o uso de suplementos vitamínicos nessas etapas.

 

  • Cura de feridas e convalescença:

Lesões ocasionadas pela prática esportiva, acidentes que geram fraturas, queimaduras ou qualquer outro acontecimento traumático que ocasione a destruição do tecido requerem bastante do organismo durante a recuperação. Deduz-se então que a necessidade de vitaminas e minerais nesses casos é maior.

 

  • Treinamentos exaustivos

Não podemos negar que o exercício físico traz diversos benefícios, entre eles o crescimento e o reparo muscular. Contudo, é necessário que o organismo possua uma boa quantidade de nutrientes para que esse processo não seja comprometido.

 

  • Estilo de vida exaustivo

O estresse causa a liberação de uma grande quantidade de hormônios e outros compostos químicos na corrente sanguínea. São necessárias muitas vitaminas e minerais para criá-los, aumentando as chances de o indivíduo sofrer algum déficit, em especial se não se trata de situações isoladas, mas de um estilo de vida em que a pessoa é cotidianamente submetida a situações estressantes e precisa lidar com elas.

 

Há também um grupo de indivíduos que pode necessitar de suplementação porque apresenta deficiências na ingestão de vitaminas e minerais. São eles:

 

  • Idosos

Esse grupo absorve nutrientes com menos eficácia. Além disso, nessa fase da vida, é comum a redução do apetite, o que pode afetar o olfato e o paladar. Na terceira idade, é maior a chance de ocorrência de fraturas e doenças, fatores que somados fazem com que os idosos tenham maior propensão a apresentar deficiências.

 

  • Aqueles que fazem dieta para emagrecer

Dietas que reduzem a massa corporal podem ser muito restritivas. Se a variedade de alimentos for insuficiente, é provável que o organismo não obtenha a quantidade necessária de nutrientes de que precisa, aumentando a possibilidade de o indivíduo sofrer com déficit de vitaminas e minerais.

 

  • Vegetarianos e veganos

Alguns nutrientes são indispensáveis para uma boa manutenção do organismo, entre eles a vitamina B12. Ela está presente apenas em alimentos de origem animal. Por isso, veganos e vegetarianos são mais propensos a desenvolverem certa deficiência, visto que não consomem alimentos com esta origem.

 

  • Indivíduos com problemas na absorção dos nutrientes

Portadores da doença de Crohn, de colite ulcerativa ou pessoas que tenham realizado uma cirurgia bariátrica enfrentam dificuldades quanto a sua nutrição. Isso acontece porque grande parte da absorção de nutrientes ocorre no intestino e este órgão, se apresenta sua capacidade de absorção diminuída, pode impactar o equilíbrio nutricional.

 

Como ter uma quantidade saudável de vitaminas e minerais?

Simples: tendo uma dieta baseada em carnes e vegetais, você pode obter boa parte dos nutrientes necessários para alcançar um organismo sadio. Confira a seguir alguns alimentos ricos em vitaminas e minerais para incorporar à sua alimentação:

 

Principais fontes de:

  • Vitamina A: Fígado, frutas (especialmente mamão, manga e pêssego), leite e ovos;
  • Vitamina B1: Carne de porco, arroz, feijão, castanha do Pará e aveia;
  • Vitamina B2: Fígado, levedo de cerveja, abacate e farelo de aveia;
  • Vitamina B3: Levedo de cerveja, leite, fígado e amendoim;
  • Vitamina B5: Massa fresca, fígado, salmão e sementes de girassol;
  • Vitamina B6: Fígado, batata, banana e salmão;
  • Vitamina B7: Amendoim, fígado, avelã e farelo de trigo;
  • Vitamina B9: Fígado, verduras de cor verde-escura, levedo de cerveja e lentilha;
  • Vitamina B12: Fígado, legumes de cor verde, mariscos e ostras;
  • Vitamina C: Morango, couve, brócolis, acerola, kiwi e laranja;
  • Vitamina D: Óleo de fígado de bacalhau, óleo de salmão, sardinha, atum e ostras;
  • Vitamina E: Óleo de Gérmen de Trigo, sementes de girassol, amendoim e avelã;
  • Vitamina K: Couve-de-Bruxelas, brócolis, banana, kiwi e couve-flor.

 

Os alimentos que fornecem vitaminas geralmente também possuem minerais como, por exemplo, o ferro e o magnésio. Ambos ajudam no combate ao cansaço físico e mental, além de prevenir cãibras e até anemias.

Além de seguir uma dieta adequada, você precisa manter certos hábitos na vida para que alguns nutrientes sejam processados de forma mais adequada. Como exemplo disso, podemos citar o caso da vitamina D. A sintetização dela ocorre de forma mais eficaz quando tomamos sol, mais do que através da alimentação.

Sendo assim, pelo menos 20 minutos de exposição algumas vezes por semana, preferencialmente no período da manhã, são suficientes para colaborar com seu organismo nesta tarefa.

Ainda que você faça tudo isso, a suplementação pode ser necessária por razões diversas, entre elas algumas que já citamos, como a idade, a fase da vida (gravidez, por exemplo) e até o fato de que determinados alimentos possuem uma quantidade de vitaminas e minerais inferior àquela necessária cotidianamente para o organismo, ou seja, mesmo que você os ingira frequentemente, isso pode não ser o suficiente, fazendo com que seja preciso suplementar.

 

Quais os benefícios do consumo de polivitamínicos?

Já foi reconhecido por especialistas que os suplementos nutricionais podem ser úteis em diversas situações, entre elas a prevenção e/ou o tratamento de carências nutricionais. Inclusive, em 2018, o COI – Comitê Olímpico Internacional – publicou uma declaração de consenso em que estudos e evidências científicas foram apresentados.

Os polivitamínicos não apenas ajudam a prevenir deficiências nutricionais no organismo, mas também a evitar o envelhecimento precoce e auxiliar na recuperação adequada de lesões e doenças.

Apesar disso, não é recomendável substituir a medicação habitual por um suplemento. Contar com acompanhamento médico e/ou nutricional é sempre importante para que se possa extrair o melhor que essas substâncias podem oferecer tanto de forma isolada quanto conjunta, se for o caso.

Conheça agora os principais benefícios de consumir este tipo de suplemento:

 

  • Controle do apetite e da perda de peso: Um estudo publicado pela revista Nutrition & Diabetes  constatou que indivíduos que fizeram dietas de emagrecimento aliando isso a utilização de polivitamínicos sentiram menos fome e conseguiram perder uma quantidade de peso maior do que outros que realizaram a dieta sem suplementar.

 

  • Conservação da memória: Alguns especialistas atestam que ingerir suplementos ricos em antioxidantes ajuda a conservar o bom funcionamento da memória no decorrer dos anos.

 

  • Proteção celular: Estudos constatam que as células de indivíduos que fizeram uso de suplementos estavam em condições melhores, possuíam um DNA menos oxidado e danificado do que as de pessoas que não usaram suplementos polivitamínicos. Inclusive, a ingestão de ácido fólico foi considerada importante para a prevenção de derrames.

 

  • Menor ocorrência de doenças cardiovasculares: Foi verificado que entre os usuários de polivitamínicos a menor ocorrência de doenças cardiovasculares, embora a causa exata desse benefício ainda seja desconhecida. Isso foi constatado em um uma publicação da revista Annals of Internacional Medicine, considerando a presença de Ômega 3 entre os componentes da fórmula a ser suplementada.

 

  • Crianças mais sadias: Pesquisas evidenciam que mulheres usuárias de polivitamínicos, tanto antes quanto depois da gravidez geram crianças mais saudáveis.

 

  • Visão mais saudável: Diversos estudos constatam que usar polivitamínicos ajuda a reduzir o risco de degeneração macular relacionada à idade, um distúrbio dos olhos que afeta de forma progressiva a visão de idosos e pode culminar em cegueira.

 

Pesquisas realizadas com alguns consumidores também verificaram que o uso de polivitamínicos está diretamente relacionado ao bem-estar e aumento na produção de energia. Essas pessoas usaram adequadamente esses suplementos alimentares para reduzir os efeitos negativos do estresse e da ansiedade diária no organismo.

 

Tipos de polivitamínicos

Existe uma variedade enorme de polivitamínicos. As combinações que podem ser feitas são inúmeras e devem considerar necessidades nutricionais específicas, razão pela qual contar com a orientação de um profissional de saúde é a melhor opção.

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