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Como Fortalecer seu cérebro e ser mais produtivo?

Substâncias que otimizam a capacidade cerebral naturalmente são a grande promessa da indústria da saúde

 

O mercado de suplementos no Brasil só cresce porque cada vez mais pessoas estão cuidando do corpo, não apenas para ter boa forma física, mas especialmente para melhorar sua saúde.

Nesse sentido, temos suplementos que podem ajudar aqueles que têm problemas nos ossos, como artrite e artrose, aqueles que que querem melhorar sua vida sexual, aumentando a libido, os que desejam potencializar os efeitos da atividade física, no pré ou pós-treino e muito mais.

Mas o que não se costuma falar muito, embora seja algo importantíssimo, é sobre a saúde do cérebro, esta máquina que está no comando de todo o organismo, o principal órgão do corpo humano. Ele também é acometido de problemas ao longo da vida. Dificuldades de manter a concentração e falhas de memória são apenas alguns dos que podem surgir.

Mas será que, assim como existem suplementos para ajudar a turbinar o corpo, já estão disponíveis substâncias que podem fazer o mesmo efeito na mente? Acompanhe esta leitura para saber!

 

 Suplementos para o cérebro: o que são e para que servem?

Atualmente já estão disponíveis diversos suplementos para o cérebro. Mas é importante voltar um pouco e lembrar que substâncias que estimulam a atividade cognitiva não são exatamente uma novidade. Algumas delas, como o café, o chocolate e o tabaco, são usadas há centenas de anos com esse objetivo, o que significa que o homem já tinha percebido o potencial delas para estimular a mente. Portanto, suplementos usados com esta intenção poderiam provocar efeitos como:

 

  • Melhora da performance intelectual.
  • Mais foco e concentração.
  • Raciocínio mais rápido.
  • Memória mais ativa.
  • Melhora na aprendizagem.
  • E muito mais!

 

Parece um milagre, não? Você acorda, suplementa algumas substâncias diariamente e percebe que a sua atividade intelectual se acelera, tornando seu dia mais produtivo e elevando a sua criatividade.

Não é à toa que estas substâncias ativadoras têm sido cada vez mais usadas por programadores que trabalham no Vale do Silício, na Califórnia, o lugar que abriga a maior parte das empresas globais de tecnologia, como a Apple, o Google e o Facebook, assim como pelos magos de Wall Street, que precisam tomar rápidas decisões financeiras que podem enriquecer ou deixar pobre uma pessoa em questão de poucos segundos.

Por tudo isso, muitos, sobretudo os que precisam ampliar a sua capacidade mental para se destacar cada vez mais estão em busca de substâncias que possam ajudá-los a serem as melhores versões de si mesmos.

 

 Como melhorar o rendimento do seu cérebro?

A resposta mais óbvia seria usando suplementos para o cérebro. É preciso então entender não apenas os efeitos dessas substâncias no nosso “computador central”, mas também como elas agem neste órgão.

Há uma série de suplementos que podem ser usados e cada um funciona de um modo diferente, mas todos têm um único alvo: os neurotransmissores. Acessar os mensageiros químicos das células nervosas, como a acetilcolina, a dopamina e a noradrenalina, por exemplo, é essencial para que se possa obter os efeitos prometidos pelo suplemento.

Cada um desses neurotransmissores está conectado a áreas específicas. Veja:

 

  • Acetilcolina – colabora no processo de criação de novas memórias e na concentração, assim como na elevação do metabolismo cerebral.
  • Dopamina – é fundamental para a cognição e aprendizagem, além de atuar no ciclo de recompensa. Sabe quando você se sente estimulado a terminar uma atividade que começou? É ela agindo no seu organismo!
  • Noradrenalina – atua juntamente com outras células nas áreas de criatividade e memória. Também tem participação na regulação do sono e das emoções.

 

O papel desses suplementos é agir nos neurotransmissores e assim causar uma mudança em seu comportamento, refletindo-se então em benefícios para a saúde cognitiva do usuário.

 

Quem pode usar esses suplementos? 

Todos aqueles que consideram que necessitam melhorar seu rendimento, o que inclui foco, concentração, memória, aprendizagem e raciocínio rápido. Incluem-se nesta lista:

 

  • Empresários
  • Empreendedores
  • Concurseiros
  • Universitários
  • Cientistas
  • Pesquisadores
  • Gamers
  • Programadores
  • Atletas
  • Entre outros.

 

Smart drugs, nootrópicos e suplementos: é tudo a mesma coisa? 

Se você leu este texto até aqui, provavelmente ficou com essa dúvida, mas saiba que não, não são a mesma coisa por diversas razões, mas citaremos aqui duas delas:

 

  • A necessidade ou não de uso de receita médica: se, para adquirir smart drugs e nootrópicos, você precisa de receita médica e para comprar suplementos não, isso é um indicativo de que se trata de substâncias bem diferentes.
  • Aprovação da FDA: a FDA – Food and Drug Administration – desempenha nos EUA um papel semelhante ao que da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – aqui no Brasil. Suplementos não precisam de receita médica porque eles, em sua maioria, não necessitam de aprovação da FDA para serem comercializados, diferentemente das smarts drugs, que passaram por um longo processo de aprovação, precisando comprovar seus efeitos considerando os problemas que se propuseram a tratar.

 

Agora você deve estar pensando: se estas substâncias foram aprovadas pela FDA é porque são seguras, não é verdade? Mas não é bem assim. Os nootrópicos, também conhecidos como smart drugs, foram aprovados para aliviar ou ajudar a controlar sintomas de outros problemas cognitivos.

O Modafinil, por exemplo, tem como indicação o tratamento do sono excessivo durante o dia, o que geralmente está ligado à narcolepsia. Sabe aqueles casos em que a pessoa dorme enquanto conversa com outras ou em uma reunião de trabalho? É para isso que a substância serve e foi aprovada pela FDA.

Porém hoje ela vem sendo usada com outros objetivos, em especial manter o indivíduo mais alerta e concentrado durante o dia. E funciona? Basta fazer uma busca na internet e você verá dois tipos de relato: o de que, para alguns, ao menos no começo, ela funcionou e os depoimentos de que, para outros, ela de nada adiantou.

Os que contam que tiveram benefícios, afirmam que isso durou por um tempo, mas que depois sentiram os efeitos, ficando com o sono bastante prejudicado. Algumas pessoas dizem que não conseguiam dormir durante boa parte da noite e que, quando começavam a apresentar sinais de sonolência era hora de se levantar para trabalhar. Ou seja, a substância fez efeito por um tempo e depois não mais, afetando o ciclo de sono do usuário.

Outro fator a se considerar é que não há estudos que tenham comprovado ainda a eficácia desses medicamentos quando se trata da sua ação em pessoas consideradas normais e que as usam com o objetivo de turbinar o cérebro. Então, só para deixar bem claro: sim, as substâncias conhecidas como smart drugs têm aprovação da FDA, mas para serem usadas em pessoas cognitivamente doentes que tenham a indicação clínica para a qual o medicamento foi criado e aprovado e não em pessoas saudáveis que querem aumentar o seu desempenho cerebral, ficando mais atentas, focadas, criativas e com a memória mais poderosa.

No caso dos suplementos, a situação é diferente. Apesar de ainda não existir obrigatoriedade de aprovação para que sejam vendidos, no caso da Creatina e do DHA, os que citamos mais acima, já existe literatura médica mostrando os seus efeitos positivos para a saúde do cérebro.

Uma pesquisa publicada mostrou os benefícios da Creatina para a memória de trabalho. Os usuários dela também apresentaram uma significativa evolução nos testes de inteligência. Ressalte-se que estamos falando de estudos feitos em humanos e não em animais.

Quanto ao DHA, há alguns anos, a Ciência já vem mostrando suas propriedades neuroprotetoras, colaborando para retardar o envelhecimento cerebral, razão pela qual é muito suplementado pelos especialistas a pessoas mais idosas. Particularmente um estudo feito pela UCLA - Universidade da Califórnia em Los Angeles – sugere isso fortemente.

Talvez saber que nootrópicos ainda não contam com sua eficiência comprovada tenha sido para você um balde de água fria, fazendo com que o pessimismo se instale, achando que não existe solução para aumentar o metabolismo cerebral. A boa notícia é que sim, isso existe e está mais ao seu alcance do que imagina. Já ouviu falar de neuroplasticidade? E mindfulness? Não? Então é hora de conhecer!

 

Neuroplasticidade: você já ouviu falar?

Talvez você não tenha conhecimento sobre o que seja neuroplasticidade, mas saiba que ela tem mais a ver com o que estamos falando aqui do que você imagina!

A neuroplasticidade é a habilidade do cérebro de mudar continuamente a partir das experiências que vivenciamos. Isso significa que ele trabalha para que as conexões feitas, tecnicamente chamadas de sinapses, deem conta de aprimorar as habilidades que desejamos.

Por exemplo, se você não sabe andar de bicicleta, no começo será mais difícil. Você será desajeitado, pode até cair, mas, à medida que vai praticando, as sinapses vão sendo feitas para que os movimentos sejam executados cada vez melhor. Tudo isso serve para ilustrar que, ao longo da vida, podemos ir ganhando e/ou perdendo habilidades a depender do uso delas.

O renomado Michael Merzenich, que é professor emérito da University of California, em São Francisco, nos Estados Unidos, disse em entrevista à FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) que, em função do uso do celular, em seu país, a maioria das pessoas, quando chega aos 60 anos, “ já perdeu em torno de 30% do seu campo visual [...] e mais de 50% aos 80 anos”.

De acordo com o pesquisador, isso acontece porque o cérebro rejeita aquele estímulo com o passar do tempo, ou seja, o cérebro se acostuma a olhar apenas para o celular ou tablet, que são telas pequenas e vai reduzindo seu campo visual com o passar dos anos.

 A situação é tão séria que, nas palavras dele, “essa é uma das razões pelas quais os idosos sofrem mais acidentes de trânsito. Eles gradualmente vão regredindo a um campo visual mais estreito e, ao mesmo tempo, quando conseguem enxergar algo, respondem a esse estímulo de forma mais lenta”.

Talvez você esteja se perguntando: mas o que tudo isso tem a ver comigo? A gente responde: se você precisa que sua capacidade cognitiva melhore, isso não vai acontecer como um milagre! Sim, suplementos podem ajudar, mas remodelar o cérebro, realizando atividades que o estimulem a se manter mais focado são essenciais para um bom resultado. O mindfulness é uma dessas possibilidades.

 

O que é mindfulness?

É um conjunto de técnicas desenvolvidas a partir da meditação e usadas para melhorar o foco e a atenção plena.

O mindfulness não é uma meditação comum, pois as técnicas clássicas ensinam a meditar focando na respiração, ao passo que ele preconiza a atenção plena ao momento, beneficiando assim o cérebro.

E, para quem acha que tudo isso não funciona, é bom saber que estudos já comprovam os benefícios da técnica. A pesquisa foi conduzida pela Universidade Carnegie Mellon (Pensilvânia - EUA).

E, se você acha que só o cérebro recebe os efeitos do mindfulness, está enganado. Muitas doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, apresentam causas emocionais as quais podem ser atenuadas se os princípios do mindfulness forem aplicados.

De acordo com o Instituto Oncoguia, até mesmo doenças mais graves, como certos tipos de câncer, são desencadeadas pelo estresse crônico que a meditação pode ajudar a reduzir. Então é interessante levar bem a sério outras formas de ensinar o seu cérebro a se concentrar e manter o foco.

 

Depois dessa leitura, você já deve ter entendido a importância de cuidar bem do seu cérebro para que ele se torne cada vez mais ativo, não é? Então aí vai a pergunta: será que uma pílula por dia será suficiente para a obtenção dos efeitos desejados se isso não vier acompanhado de outros cuidados consigo?

O que é um comprimido diário para um cérebro que precisa comandar um organismo que já apresenta problemas devido ao sedentarismo e à má alimentação? O cuidado precisa acontecer com todo o corpo e passa não apenas por escolher a melhor substância para turbinar a cognição, mas também por selecionar os alimentos que se ingere e se movimentar, o que faz um bem enorme para o nosso “computador central”.

Para se ter uma ideia, um estudo acompanhou corredores de rua por mais de 20 anos e, em comparação a um outro grupo que não se exercitava, foram evidentes os benefícios para o cérebro, não apenas os mais imediatos, mas sobretudo os conquistados ao longo do tempo, como a redução do risco de desenvolvimento de Alzheimer e demência na terceira idade.

Querer cuidar do seu cérebro é essencial, mas saiba que esse cuidado, para ser efetivo e duradouro, vai requerer mais do que apenas uma pílula diária.

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